
Linguagem digital, econômica, política, qualquer que seja a desculpa, não é suficiente para convencer-nos do uso de expressões as quais perfeitamente temos como escrevê-las e conhecê-las em nossa língua. Veja os exemplos:
A partir de agora temos de estartar todo o processo digital. (iniciar)
Os suvs americanos têm entrado no país com muito ágio. (utilitários esportivos)
Reparei que a perfomance não saiu como desejado. (apresentação)
Nós realizamos serviço de delivery. (entrega)
Muitos que praticam tal escrita desejam enfeitar, dar a entender que o falante ou escritor é culto. Na verdade provocam a interpretação contrária.
A gramática define este vício (portanto um defeito) como barbarismo, peregrinismo, idiotismo ou estrangeirismo.
Só é justificado o uso quando não há palavra na nossa língua que corresponda fielmente ao que queremos dar a entender, por exemplo - ombudsman (sueco) funcionário que faz a comunicação entre a empresa e o consumidor.
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